Depois de andar por ruas que não conhecia, ele entrou no primeiro bar que encontrou. Era um ambiente diferente de todos com os quais estava acostumado; muito próximo daquela imagem de bar que idealizava. Uma espécie de refúgio. Um lugar para se ouvir boa música e jogar conversa fora. As pessoas também eram diferentes, mais misteriosas. Era como se cada uma delas estivesse ali para dividir algo sensacional com os demais. Pediu uma dose de uma bebida qualquer e, antes que pudesse perceber, sentiu-se em casa. Era como se tivesse acabado de encontrar a resposta para as perguntas que não saíam de sua cabeça. Como se finalmente descobrisse um significado oculto que sempre estivera à sua frente, esperando apenas um olhar mais minucioso. O tempo que passou ali foi esclarecedor. Mas, quando a bebida acabou, o homem acordou. Ao acordar, se deu conta de que aquilo que procurava não estava exatamente em um lugar, mas em muitos lugares. Em experiências que precisava vivenciar, em pessoas que precisava conhecer, em assuntos que precisava dominar. Então, voltou a dormir um pouco mais tranqüilo, mas ainda receoso. Sabia que havia recuperado a força que precisava para, dentro de poucas horas, começar o novo dia que estava por vir; mas ainda não o suficiente para o resto da semana. O resto do ano ainda era algo intangível. Seria necessário mais do que um sonho bom.

Depois de abandonar o blog por vários meses, consegui voltar. Vamos ver se ao encerrar essa maldita série de posts eu consigo finalmente começar a escrever com mais frequência! A essa altura, provavelmente já perdi meus poucos (porém fiéis) leitores. Mesmo assim, não quero parar de escrever. Então, é com algum esforço que venho aqui hoje publicar o último post (graças a Deus!) sobre o assunto que ninguém aguenta mais, a não ser eu.
Aproveitando a deixa da terceira temporada, venho finalmente falar de True Blood. Essa série de vampiros é, na minha opinião, uma das melhores. É também a mais adulta e menos romântica, por mais que tenha uma história de amor no centro da trama.
A série é baseada nos livros The Southern Vampire Mysteries, mais conhecidos como Sookie Stackhouse novels, escritos pela autora Charlaine Harris. Até agora, foram publicados 10 volumes e ainda não há previsão para o fim da história. Ainda não li os livros, então não posso falar sobre eles, mas tenho muita vontade. Se alguém tiver interesse, me disseram que vale a pena. E eles são facilmente encontrados no Amazon e no site da Saraiva.
A história é bem interessante. Vampiros vivem abertamente entre humanos, graças ao sangue sintético (True Blood) desenvolvido pelos japoneses. Agora, eles não precisam mais matar pessoas para sobreviver: basta comprar True Blood em lojas, bares, etc. O problema é que nem todos os vampiros querem esse novo tipo de vida; muitos preferem se alimentar da forma tradicional. Assim, enquanto alguns lutam para se integrar à sociedade e outros continuam matando, muitos humanos preferem não conviver com esses seres.
Nesse contexto, temos a protagonista, Sookie Stackhouse, uma garçonete que possui o dom de ler a mente das pessoas. Ela acaba se apaixonando pelo vampiro Bill, que acaba de voltar à cidade fictícia de Bom Temps, em Louisiana. Acho a escolha do lugar excelente. O sul dos Estados Unidos tem mesmo uma atmosfera apropriada para esse tipo de história. A abertura da série usa várias imagens dessa região, fazendo uma montagem de situações contraditórias que remetem ao mistério e ao sobrenatural. Sem contar que adoro o sotaque dos personagens… hahaha
Essa é a abertura:
True Blood voltou mês passado com a terceira temporada, que por sinal está muito boa! Ao que tudo indica, estaremos mais próximos de descobrir mais sobre a Sookie – ninguém sabe exatamente o que ela é, já que ela tem vários “poderes” sobre-humanos. O sangue e o sexo continuam, daquela mesma forma exagerada e meio tosca que caracteriza a série. Além, é claro, do humor negro que eu adoro e que está presente até nas propagandas.
Então é isso! Nem acredito que terminei!!! Espero conseguir voltar logo com outro texto, sobre qualquer coisa que não seja vampiros!

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Preciso confessar que estava enrolando muito pra postar. O motivo? Não aguento mais escrever sobre vampiros!
Ainda não cansei das histórias em si, mas quatro posts seguidos com o mesmo tema é bem cansativo (imagino que não só pra mim, mas pra vocês também). Quando me propus a escrever a série de posts, não achei que o tempo entre cada um deles seria tão longo. Minha intenção era fazer algo mais rápido. Como demorei demais, a coisa ficou cansativa e acabei perdendo um pouco o ânimo de vir aqui escrever sobre o mesmo assunto. Mesmo assim, não quero desistir na metade; por isso, venho hoje publicar o penúltimo (aeee!) post vampiresco.

Stefan, Elena e Damon
Hoje o assunto é “Vampire Diaries”. De longe é a trama mais fraquinha das quatro que escolhi, mas mesmo assim gosto bastante. Li o livro no ano passado, antes de estrear a série na Warnner, e detestei. Tanto que não quis nem saber a continuação da história; li só o primeiro volume mesmo.
Como todo o mundo dizia que a série era totalmente diferente do livro, resolvi conferir. Realmente muita coisa foi mudada, e eu acabei adorando a nova versão. Na verdade, a história nem é nada demais. E eu recomendo que a assistam sem poder dar muitos argumentos a seu favor, já que nem eu sei porque gosto tanto.
Como de costume, vou colocar aqui a sinopse, para aqueles que não sabem bem do que estou falando:
“Quatro meses após o trágico acidente de carro que matou seus pais, Elena Gilbert, que tem 17 anos, e seu irmão, Jeremy, que tem 15 anos, ainda estão aprendendo a lidar com o luto e continuar suas vidas. Elena sempre foi popular, bonita, e bem relacionada, possuindo muitos amigos. Ela agora tenta esconder esconder sua tristeza do mundo. Quando o novo ano escolar começa, Elena e suas colegas ficam fascinadas por um misterioso e charmoso novo colega, Stefan Salvatore.
Stefan e Elena imediatamente se aproximam, sem que a garota saiba que Stefan é um vampiro com centenas de anos de idade, lutando por uma vida pacífica entre os humanos, enquanto seu irmão, Damon Salvatore, é a personificação da violência e brutalidade dos vampiros. Os dois vampiros estão em guerra pelo amor de Elena.” (Wikipédia)
Essa é a sinopse da série, mas até aí só o que muda é o fato desse irmão da Elena não existir no livro. Na história original ela tem uma irmã de 5 anos, mas na adaptação optaram por algo que dá mais audiência: um adolescente viciado em drogas…
Para quem tiver interesse em assistir à série, já aviso que ela só começa a ficar boa lá pelo quinto ou sexto episódio. A partir daí a trama vai ficando bem mais interessante e, no decorrer dos episódios, vai ficando também meio bizarra… vale a pena!
Quanto ao livro, continuo sem vontade de ler o resto, mas me disseram que também vai melhorando a cada volume.
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Olá! Seguindo a ordem, hoje falarei sobre “Crepúsculo”. Isso mesmo, a febre do momento. Apesar de muitos odiarem a saga, não me envergonho nem um pouco de dizer que sou fã.
Algumas pessoas dizem que para escrever como a Stephenie Meyer basta pegar tudo o que você sabe sobre vampiros e jogar fora. Ela criou em “Crepúsculo” uma nova concepção de vampiro, o que incomodou muita gente. Eu penso o seguinte: o livro é dela, ela escreve como quiser; você não gosta? Então não leia! É. Simples assim. Desculpa por ser curta e grossa, é que convivo com muitas dessas pessoas e estou cansada de discutir isso…
Eu entendo a frustração da maioria dos fãs de vampiros. Sei que é chato quando a gente gosta muito de uma coisa e chega alguém que desconstrói toda aquela imagem. Mas ao mesmo tempo acho legal o que ela fez. Ela conseguiu criar uma história diferente das outras que vemos por aí, apesar de usar muitos clichês. Além disso, na minha humilde opinião, o livro continuaria sendo bom mesmo sem os vampiros. Se fosse apenas um romance entre reles mortais, pelo menos EU ia continuar gostando. Até porque o Edward não é nem vampiro e nem humano, e sim uma figura masculina totalmente idealizada. O que por si só já conquistaria uma legião enorme de fãs.
Quando iniciei essa série de posts, disse que estava adorando essa moda de vampiros. Aí meu amigo Victor comentou dizendo o seguinte: “discordo… quero q essa moda seja passageira e suma mais rápido q pepê e nenêm
^^
pq apenas os verdadeiros amantes dessas obras (não dessas em específico, estou falando do vampirismo em si) permanecerão… os fãs loucos sem cérebro vão se agarrar a qualquer outra porcaria e nunca ter um vínculo com o que é e do q se trata o assunto….”
Concordo com ele. Detesto quando sou fã de alguma coisa que poucos conhecem, até que vira “modinha” e acham que você só gosta porque todo mundo gosta. Ou então quando seu livro preferido vira filme e as pessoas preguiçosas que não leram uma linha da história original se dizem SUPER FÃS! Sou traumatizada até hoje por Harry Potter ter virado moda. Era tão bom quando podia conversar sobre os livros com outras poucas pessoas de 12 anos de idade que também liam… Enfim, precisei tocar no assunto pelo seguinte: “Crepúsculo” cativou muitos leitores de uma geração que quase não lê. Acho que isso se deve, principalmente, ao fato de ter virado moda. Por mais que isso seja uma coisa boa, odeio pensar que grande parte dos leitores da saga vai tomar o modelo de vampiro construído pela Stephenie como parâmetro sempre que pensar nesses seres.
Quando eu disse que estava adorando essa moda, é porque assim várias outras histórias desse tipo vêm à tona, o que não aconteceria normalmente. E por sorte estou gostando de muitas dessas histórias. Como já disse aqui, eu adoro vampiros. Não posso dizer que sei tudo sobre eles ou que sou a maior fã, mas eles sempre me atraíram. Gosto de histórias envolvendo qualquer tipo de magia ou sobrenatural – admito que se tiver romance junto gosto mais ainda. O que quero dizer é que gosto desde os vampiros “tradicionais” até os “modernos”. Gosto de conhecer histórias diferentes e não vejo nada de errado em modificar características pré-estabelecidas de criaturas fictícias…
Bom, acho que por hoje chega né? Ainda tenho mais dois posts com esse tema pela frente e se me empolgar mais nesse vou acabar sem assunto depois. Beijos para todos, obrigada pelos comentários e desculpa pela demora!
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Como prometido, começo agora o primeiro post da série “posts de vampiros” (leia o post anterior para saber mais).
Como falar dos vampiros atuais sem mencionar Anne Rice, uma das maiores escritoras desse segmento? Anne escreveu duas séries sobre vampiros: Crônicas Vampirescas (The Vampire Chronicles) e Novos Contos de Vampiros (New Tales of the Vampires). Dois dos livros da primeira série foram adaptados para o cinema: Entrevista com o vampiro e A rainha dos condenados. E é justamente dessas duas histórias que vou falar aqui. Caso alguém não tenha assistido ou não se lembre de Entrevista com o vampiro, vou colocar aqui a sinopse:
“O filme conta a história de Louis (Brad Pitt), um vampiro que foi transformado no século XVIII por Lestat (Tom Cruise). Enquanto Lestat acredita que deu a Louis a maior dádiva que pode existir, este acredita que na verdade foi condenado ao inferno. Ele passa sua vida imortal à procura de um significado para a sua condição.” (Wikipédia)
Não há romance nessa trama; nada de amor entre vampiro e mortal como em todas as outras dessa série de posts. Mas, como eu disse no post anterior, temos essa constante luta do vampiro que tenta recuperar sua humanidade. Louis não consegue e não quer se adaptar a sua nova vida. Esforça-se ao máximo para negar a natureza do ser que se tornou. Lestat não entende e não admite o comportamento de Louis e faz de tudo para convencê-lo de que não há nada de errado em matar humanos para se alimentar.
Obs: O roteiro de Entrevista com o vampiro foi escrito pela própria Anne.
O filme A rainha dos condenados não teve a mesma repercussão que seu antecessor. Ele conta a história de Lestat, que dessa vez não é interpretado por Tom Cruise, mas por um ator pouco conhecido chamado Stuart Towsend. Vamos à sinopse:
“Lestat, após acordar de um sono que durou muitos anos, se depara com um mundo completamente diferente do que conhecia. Após se acostumar com o ‘novo mundo’ ele se torna um astro do rock, mas então ele descobre que a rainha dos vampiros, Akasha, quer que ele se torne seu rei.” (Wikipédia)
Nesse filme, Lestat levanta uma questão interessante: se os vampiros é que são os “poderosos”, por que precisam se esconder dos humanos? Então ele resolve sair de seu sono ao perceber como o mundo está diferente agora. Como ele mesmo diz, agora novos Deuses são adorados: os astros do rock. Sua intenção é se tornar um deles. Lestat é muito vaidoso e seu desejo de ser idolatrado acaba despertando Akasha. Os dois têm personalidades muito parecidas e ela o acha digno de reinar ao seu lado.
No meio dessa história toda, surge o interesse mútuo entre Lestat e Jesse, uma humana que trabalha em um instituto de pesquisas sobrenaturais. Lestat precisa decidir se vai “dominar o mundo” ao lado de Akasha ou se deixar levar pelo que sente por Jesse.
O que eu acho muito legal no Lestat é ele não ser nem um pouco “bonzinho”. Em nenhum momento ele tenta ser mais humano e nem ao menos pensa na possibilidade de se alimentar de sangue de animal. Gosto muito disso porque a autora explora o romance entre ele e Jesse sem precisar mudar sua condição de vampiro.
Em termos cinematográficos, sei que esse filme é ruim e bem tosco. Mesmo assim, eu o ADORO e assisto quantas vezes puder!
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Não é novidade para ninguém que os vampiros estão na moda. Particularmente, estou ADORANDO essa moda. Acho que as pessoas sempre se sentiram atraídas pela figura do vampiro; mas o que foi que aconteceu para que eles ressurgissem agora, e conquistando uma legião tão grande de fãs? Não sei exatamente o motivo do ressurgimento, mas não é difícil imaginar o porquê desse sucesso.
Bem, esses seres são originalmente conhecidos por algumas características básicas com as quais todos estão familiarizados. Alguns autores muito espertos tiveram a ideia de se apropriar dessa figura lendária, mudar algumas de suas características e inseri-la em uma trama romântica. Cada história tem um enredo diferente, e em cada uma delas vemos peculiaridades em seus vampiros. Mas o ponto-chave é o mesmo em todas elas: além do romance entre vampiro e mortal, todas tentam recuperar a humanidade desse ser originalmente sanguinário.
Nos romances atuais, eles tentam a todo custo negar sua natureza – um prato cheio para Nietzsche e Schopenhauer hahaha -; tentam se alimentar apenas de sangue de animais, ou até mesmo de um sangue sintético (como nos livros que deram origem à série True Blood). São capazes de possuir valores e sentimentos humanos. Como eu não resisto a um bom romance, principalmente regado com um pouco de sangue, estou iniciando agora uma série de posts sobre vampiros. A princípio, devo seguir a seguinte ordem:
- Os vampiros da Anne Rice
- Saga Crepúsculo
- Vampire Diaries
- True Blood
Para que o conteúdo do blog seja sempre variado, não vou me estender além desses quatro tópicos. Espero que vocês gostem dos posts, mesmo os que são contra essas novas versões de vampiros.
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“Tom: Did you ever even have a boyfriend?
Summer: Of course.
Tom: What happened, why didn’t they work out?
Summer: What always happens: life.”
Esse é um pequeno trecho do filme 500 dias com ela (500 days of Summer). Eu o assisti no cinema (há mais de um mês) e adorei. O filme é melhor do que eu imaginava. Me fez pensar em algumas coisas que eu já estava questionando há algum tempo. E acabou me inspirando para o texto de hoje. Aqui vai a sinopse:
“Quando Tom, azarado escritor de cartões comemorativos e românticos sem esperanças, fica sem rumo depois de levar um fora da namorada Summer, ele volta a vários momentos dos 500 dias que passaram juntos para tentar entender o que deu errado. Suas reflexões acabam levando-o a redescobrir suas verdadeiras paixões na vida.”
O filme é muito engraçado, e já começa pelo seguinte fato: Tom sempre acreditou que só seria feliz quando encontrasse a garota certa. Enquanto para Summer, o amor não passa de uma fantasia.
Assim como o Tom, cresci acreditando naquele amor dos contos de fadas. Sempre tive certeza de que um dia encontraria uma pessoa que amaria para sempre. É nisso que dá crescer vendo filmes da Disney! Nós meninas, principalmente, passamos a acreditar em príncipes encantados, beijos de amor verdadeiro, e outras coisas do gênero. Mas o que acontece com essas meninas quando elas crescem e conhecem homens reais? Eu digo o que acontece: elas se decepcionam! E é muito chato quando tudo em que acreditamos a vida toda passa a ser desmistificado…
Seria mais fácil acreditar na efemeridade dos sentimentos, na finitude do amor verdadeiro. Afinal, para que uma coisa seja verdadeira, não precisa necessariamente ser eterna. Mas por que então temos essa mania de querer eternizar tudo? Por que, para a maioria das pessoas (e sim, pra mim também), é tão difícil aceitar o fim? Sinceramente, não sei.
O que eu sei é que tendemos a idealizar pessoas e o que sentimos por elas. E isso torna tudo mais difícil. Por outro lado, também torna tudo mais bonito e poético. Acho que as coisas não teriam a mesma graça sem um pouco de romance, sonho, ilusão… Além disso, será que é tão absurdo assim duas pessoas se amarem por uma vida inteira, como nos livros e nos filmes? Será que o amor é só uma fantasia, algo criado pelos homens?
Para mim, o romance é fundamental. Adoro uma história bem melosa ou uma tragédia shakespeariana. Acho que mesmo que eu venha a me decepcionar, nunca vou deixar de acreditar na possibilidade de um amor como o dos contos de fadas. É claro que as coisas acontecem de forma BEM diferente na vida real; e muitas vezes a realidade pode sim ser melhor que a fantasia. Acho que é legal a gente sonhar e idealizar, contanto que isso não nos impeça de ser feliz com o que é real.
Não dá pra ficar sentada, esperando o príncipe chegar em seu cavalo branco e achar que vai ser “feliz pra sempre”. Na vida real, a gente CONQUISTA o príncipe, beija alguns sapos e dá duro para que os momentos de felicidade superem as brigas. Acho que isso pode até ser bom. Acho que faz com que a felicidade seja “merecida”, porque foi conquistada com algum esforço. Afinal, se você quer ter êxito em qualquer coisa na vida, precisa batalhar por isso não é? Por que no amor seria diferente? Nenhuma relação dá certo sem esforço.
Agora, voltando ao filme…
Quem me conhece, sabe que adoro essas comédias românticas da Indústria Cultural. Mas o meu gosto pra filmes é realmente bem diverso, e acho que todas as pessoas (ou pelo menos quase todas) que lêem esse blog vão gostar de 500 dias com ela. As piadas são muito boas, a trilha sonora é perfeita para o filme, os atores são ótimos e a história então, nem se fala! Juro que não é um romance daqueles que eu adoro e meus amigos homens odeiam. Aliás, logo no início do filme o locutor já vai logo avisando que “essa não é uma história de amor”. Então, quem não viu no cinema, espera chegar em DVD ou faça uso de “recursos internéticos” (termo usado por um professor meu, pra não dizer que baixa as coisas). É isso. Sei que esse post já está gigante, mas mesmo assim ainda vou deixar aqui o trailer do filme pra quem quiser conferir:
*Ah, o título desse post faz referência a uma parte do filme que eu gosto bastante. A Summer pergunta se o Tom realmente acredita em amor, e ele responde: “It’s love, it’s not Santa Claus!”
Vou colocar o trailer sem legenda também, porque é melhor do que esse outro.
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